<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Templates on /var/log/janio</title><link>https://devops.sarmento.org/tags/templates/</link><description>Recent content in Templates on /var/log/janio</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 10:16:37 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://devops.sarmento.org/tags/templates/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>De WordPress a Hugo: Temas Não São o Que Você Pensa</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/de-wordpress-a-hugo-temas-nao-sao-o-que-voce-pensa/</link><pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:59:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/de-wordpress-a-hugo-temas-nao-sao-o-que-voce-pensa/</guid><description>&lt;p&gt;Quem trabalha com WordPress por tempo suficiente desenvolve uma intuição sobre o que um tema é e o que ele faz. Essa intuição funciona bem dentro do ecossistema — ela guia decisões sobre estrutura de arquivos, sobre onde colocar lógica e sobre como estender funcionalidades. O problema aparece quando você migra para o Hugo e tenta aplicar esse mesmo modelo mental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As palavras são parecidas — templates, layouts, partials — mas o que elas significam na prática é radicalmente diferente. Um tema no WordPress é, em essência, uma aplicação PHP completa que consulta banco de dados, toma decisões de lógica e renderiza HTML, tudo no mesmo lugar. Um tema no Hugo é uma coleção de templates que recebe dados já processados e se limita a apresentá-los. Parece uma diferença sutil até você sentar para construir o seu primeiro layout e perceber que quase tudo que você sabia precisa ser reaprendido.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>