<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Systemd on /var/log/janio</title><link>https://devops.sarmento.org/tags/systemd/</link><description>Recent content in Systemd on /var/log/janio</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Fri, 17 Apr 2026 10:41:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://devops.sarmento.org/tags/systemd/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Munin: links internos para Hugo com IA</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/munin-links-internos-para-hugo-com-ia/</link><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 10:49:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/munin-links-internos-para-hugo-com-ia/</guid><description>&lt;p&gt;No &lt;a href="https://devops.sarmento.org/post/hugin-tags-e-resumos-para-hugo-com-ia/"&gt;post sobre o Hugin&lt;/a&gt; contei como resolvi o problema de tags e resumos no meu blog Hugo. Mas tinha outro problema, menos óbvio e mais chato: links internos. Aqueles links que conectam um post a outro, que ajudam o leitor a navegar pelo conteúdo relacionado, e que o Google adora ver num site bem estruturado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que ninguém linka nada. Você escreve um post sobre systemd timers, outro sobre cron, outro sobre launchd — e nenhum dos três menciona os outros. São ilhas de conteúdo que poderiam estar conectadas. A solução óbvia é reler cada post, lembrar quais outros existem, e ir inserindo links manualmente. Com 30 posts, é viável. Com 400, é insano.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Monitorando arquivos e pastas no Linux com systemd path units (e inotifywait para quem não tem root)</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-no-linux-com-systemd-path-units-e-inotifywait-para-quem-nao-tem-root/</link><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:27:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-no-linux-com-systemd-path-units-e-inotifywait-para-quem-nao-tem-root/</guid><description>&lt;p&gt;No &lt;a href="https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-com-launchd-watchpaths-na-pratica/"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, o launchd do macOS monitorava arquivos e diretórios com &lt;code&gt;WatchPaths&lt;/code&gt; para disparar scripts automaticamente quando algo mudava. O modelo é reativo — em vez de rodar um backup a cada hora ou uma conversão a cada cinco minutos, o sistema observa o caminho no disco e só executa o job quando detecta uma modificação real. Sem polling, sem desperdício, sem janela de vulnerabilidade entre a mudança e a ação.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>SSH atrás de NAT? SSH-J.com resolve.</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/ssh-atras-de-nat-ssh-jcom-resolve/</link><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 22:26:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/ssh-atras-de-nat-ssh-jcom-resolve/</guid><description>&lt;p&gt;Você trabalha remoto, tem um servidor em casa, um Raspberry Pi rodando serviços, ou uma máquina no escritório que precisa acessar de vez em quando. O cenário é comum e a solução óbvia é o SSH — que já está instalado, é seguro e funciona há décadas. O problema é que entre a sua máquina e o resto da internet existe um roteador, um NAT, e possivelmente um provedor que não te dá IP público fixo ou que bloqueia portas de entrada. De repente, o protocolo mais confiável da administração de sistemas se torna inacessível de fora da sua rede local.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Systemd Timers: hora de aposentar o cron</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/systemd-timers-hora-de-aposentar-o-cron/</link><pubDate>Mon, 23 Mar 2026 06:21:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/systemd-timers-hora-de-aposentar-o-cron/</guid><description>&lt;p&gt;Se você administra servidores Debian ou Ubuntu há algum tempo, provavelmente tem uma relação de conforto com o cron. Uma linha no crontab, cinco campos de agendamento e o caminho do script — pronto, resolvido. O cron funciona assim desde os anos 1970, e essa simplicidade é justamente o que o manteve relevante por tanto tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que &amp;ldquo;funciona&amp;rdquo; e &amp;ldquo;funciona bem em 2026&amp;rdquo; são coisas diferentes. Quando um job falha silenciosamente às três da manhã, quando você precisa descobrir qual dos vinte crontabs espalhados pelo sistema contém aquela tarefa específica, ou quando o servidor reinicia e simplesmente perde a execução que deveria ter acontecido durante o downtime — nesses momentos o cron mostra que foi projetado para uma época em que as expectativas sobre observabilidade e resiliência eram outras.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>