<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>Backup on /var/log/janio</title><link>https://devops.sarmento.org/tags/backup/</link><description>Recent content in Backup on /var/log/janio</description><generator>Hugo</generator><language>pt-BR</language><lastBuildDate>Sun, 17 May 2026 11:23:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://devops.sarmento.org/tags/backup/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Secret management no macOS e no Linux: uma abordagem teórico-prática</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/secret-management-macos-linux/</link><pubDate>Sun, 17 May 2026 11:34:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/secret-management-macos-linux/</guid><description>&lt;p&gt;Existe um momento na vida de praticamente todo sysadmin em que ele percebe que espalhou segredos demais pelo ambiente: uma senha em &lt;code&gt;.env&lt;/code&gt; aqui, um token no histórico do shell ali, um webhook esquecido dentro de um &lt;code&gt;docker-compose.yml&lt;/code&gt;, uma API key hardcoded num script “temporário” que continua rodando dois anos depois. Nada disso parece grave isoladamente; o problema é que a infraestrutura quase nunca quebra por uma decisão única e gigantesca. Ela quebra pelo acúmulo de pequenas concessões feitas em nome da praticidade.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Monitorando arquivos e pastas no Linux com systemd path units (e inotifywait para quem não tem root)</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-no-linux-com-systemd-path-units-e-inotifywait-para-quem-nao-tem-root/</link><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:27:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-no-linux-com-systemd-path-units-e-inotifywait-para-quem-nao-tem-root/</guid><description>&lt;p&gt;No &lt;a href="https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-com-launchd-watchpaths-na-pratica/"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, o launchd do macOS monitorava arquivos e diretórios com &lt;code&gt;WatchPaths&lt;/code&gt; para disparar scripts automaticamente quando algo mudava. O modelo é reativo — em vez de rodar um backup a cada hora ou uma conversão a cada cinco minutos, o sistema observa o caminho no disco e só executa o job quando detecta uma modificação real. Sem polling, sem desperdício, sem janela de vulnerabilidade entre a mudança e a ação.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Monitorando arquivos e pastas com launchd: WatchPaths na prática</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-com-launchd-watchpaths-na-pratica/</link><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:56:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/monitorando-arquivos-e-pastas-com-launchd-watchpaths-na-pratica/</guid><description>&lt;p&gt;No &lt;a href="https://devops.sarmento.org/posts/agendando-tarefas-no-macos-com-launchd-sem-cron-sem-gambiarra/"&gt;post anterior sobre launchd&lt;/a&gt;, o agendamento funcionava por horário: o &lt;code&gt;StartCalendarInterval&lt;/code&gt; definia &amp;ldquo;todo dia às 7h&amp;rdquo; e o sistema cuidava do resto, incluindo recuperar execuções perdidas quando o Mac estava dormindo. Para tarefas periódicas como enviar um briefing diário ou rodar um script de manutenção, esse modelo resolve perfeitamente — é o equivalente funcional do cron, mas integrado ao ciclo de vida do macOS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só que nem toda automação faz sentido atrelada a um relógio. Tem tarefas que só precisam acontecer quando alguma coisa muda. Um backup que roda de hora em hora está desperdiçando 23 execuções por dia se o banco de dados só foi alterado uma vez. Uma conversão de imagens que roda a cada 5 minutos não tem o que converter na grande maioria das vezes, e quando finalmente tem, já se passaram até 5 minutos desde que o arquivo apareceu. O modelo baseado em tempo funciona, mas é um polling disfarçado de agendamento — e polling é quase sempre a solução menos elegante para qualquer problema de sincronização.&lt;/p&gt;</description></item><item><title>Immich: suas fotos, seu servidor, suas regras</title><link>https://devops.sarmento.org/posts/immich-suas-fotos-seu-servidor-suas-regras/</link><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 07:18:00 +0000</pubDate><guid>https://devops.sarmento.org/posts/immich-suas-fotos-seu-servidor-suas-regras/</guid><description>&lt;p&gt;Existe um momento em que todo mundo para e pensa sobre onde estão as suas fotos. Geralmente acontece quando o Google manda aquele email simpático avisando que o armazenamento gratuito acabou — e que por apenas alguns reais por mês você pode continuar guardando suas memórias no servidor deles. É um empurrãozinho gentil na direção de uma assinatura mensal que, somada ao longo de anos, custa mais do que um HD externo de vários terabytes. Mas o preço em dinheiro é só a parte mais óbvia da equação. Existe um custo mais sutil em deixar todas as suas fotos, vídeos e memórias pessoais nas mãos de uma empresa que lucra com dados — e é sobre esse custo que vale a pena conversar antes de falar de qualquer ferramenta.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>